segunda-feira, 28 de março de 2011

Foz pode abrigar o 4º tipo da dengue

Últimos números revelam o registro de dois mil casos. Destes 420 positivos. Em Foz o índice de infestação é de 20%

Lilian Céspedes

Foz lidera o 4º lugar em número em casos de dengue no estado.  Só perde para Londrina, Jacarezinho e Cornélio Procópio. O temor da fronteira hoje é para a chegada no 4º tipo de dengue. O vírus não é registrado há 28 anos. Caso a doença se instale a cidade terá que enfrentar uma epidemia.
Aliado ao alerta, atualmente o índice é considerado alarmante. De cada 100 pessoas 20 podem ser vítimas do mosquito.
A organização mundial da saúde indica que em cidades seguras o índice é de 1%. Segundo a epidemiológica, Mara Cristina Ripoli “Em todos os bairros a média é de 20%”, revela Mara Cristina Ripoli.
O IBGE apontou no último Censo 2010, 250.918 mil habitantes em Foz do Iguaçu, considerando este número, 2% da população equivalem cinco mil pessoas. Ou seja, cinco mil pessoas devem morrer, segundo estatísticas da saúde.
Combate
Mesmo com as ações de combate a dengue, feitos permanentemente por agentes comunitários, com o intuito de orientar a população a eliminar focos do mosquito. O 34º Batalhão de Foz do Iguaçu também está aliado ao combate, a partir do mês abril equipes de soldados devem contribuir com a distribuição do fumacê.
Para a epidemiológica Mara Cristina Ripoli a falta de informação não é a culpada pelos novos casos, e sim a despreocupação das pessoas. “Nós estamos usando todas as ferramentas possíveis e disponíveis para alertar, mas infelizmente a comunidade só constata que um caso é grave quando anunciamos a epidemia, é necessário mudar de comportamento”, explica Ripoli.

Apesar dos sintomas serem bastante conhecidos pela população, Mara Cristina informa que o quadro clínico de um infectado “piora quando melhora”. “A dengue é uma doença perigosa, quando o paciente deixa de sentir os sintomas, ele está sujeito a ter uma recaída que pode levar ao óbito. Como não foi evitada a doença, podemos evitar a morte”, enfatiza. É importante salientar que quanto mais rápido o diagnóstico for feito mais eficaz se torna o tratamento e a recuperação do paciente.
Segundo Ripoli, a conjuntura pode ser ainda mais alarmante, pois não são todos os infectados que realizam o exame para verificar a existência do vírus, e muitas pessoas fazem exame em clínicas particulares e o resultado acaba não entrando para as estatísticas oficiais.
Nos casos de dengue, também existe um grupo de risco, fazem parte deste grupo as gestantes, crianças, adolescentes de até 15 anos e doentes crônicos.
Os terrenos que proliferarem o mosquito (entre eles, os abandonados) podem ser denunciados. “O terreno que for encontrado um foco transmissor será multado. A população pode contribuir desta forma, para evitarmos a proliferação destes insetos”, conclui a epidemiológica. As denúncias podem ser feitas através do telefone 3524 4888 – Centro de Zoonoses.

terça-feira, 8 de março de 2011

Ser mulher!

Ser mulher não é uma missão, ou uma justificativa.
É um dom. É o dom de saber ser ousada e romântica ao mesmo tempo,
É fazer com que um homem, não sinta apenas desejo, mas admiração. Admiração no que faz, no que é, e no que constrói.
Evoluímos muito, e não podemos perder, tudo que conquistamos.
Deixando mulheres que não se dão valor, generalizar as que realmente prezam uma boa conduta.
Elas são admiráveis, muitas vezes mais por próprias mulheres do que por homens. Uma mulher reconhece em outra, o sacrifício de cuidar da casa, dos filhos, do trabalho e ainda manter um bom relacionamento com o marido. 
Aos poucos elas conquistaram espaço na sociedade, o que prejudicou um pouco no quesito: conquista. Pode ser pelo fato de ocupar cargos tão bons quanto dos homens. Ou por não fazer questão de ser conquistada, não sei. Seja como for, há algo que sempre deve ser lembrado; mulher não é igual homem. Precisamos de carinho, cuidado, surpresas, flores, bombons, e principalmente amor. Muito amor.
Não é por se dividir entre tantas tarefas, que pode ser confundida com uma máquina. 

quinta-feira, 3 de março de 2011

Ninguém fuma em “obrigado por fumar”


O filme Obrigado por Fumar (Thank You for Smoking) foi laçado em 2006 nos Estados Unidos, baseado no livro de Christopher Buckley. A comédia é dirigida por Jason Reitman e estrelada pelo ator Aaron Eckhart (Nick Naylor). Lançado em uma época em que críticas ao governo e as indústrias estavam em alta entre os americanos. Os tradicionalmente patriotas passavam por uma crise, principalmente graças ao ex-presidente George W. Bush, que já tinha deixado de agradar a maioria da população. E então, apesar do lançamento pouco aclamado de “Obrigado por Fumar” o filme se tornou um sucesso.

O enredo é baseado na história do lobista Nick Naylor, que defendia as empresas relacionadas ao tabaco, diretamente o cigarro. Logo no início, participou de um programa de TV, onde também estava um garoto com câncer. No próprio programa Nick convence todos que o interesse das tabaqueiras não é provocar a morte do jovem. Pois vivo, ele continuaria dando lucro as empresas de tabaco. Ao contrário dos antitabagistas, que gostariam que ele morresse, para aumentar o pressuposto que o tabaco faz mal.

Foi assim, durante todo o filme. Nick contradizendo os antitabagistas e defendendo o tabaco. Porém, no decorrer da história, Naylor também comete um erro, o único, mas o suficiente para mudar de vida.

Os segredos de Nick foram revelados em um artigo da jornalista, Heather Holloway (Katie Holmes), que após seduzi-lo, conseguiu informações importantes sobre o seu trabalho na indústria, vida pessoal e os mercadores da morte, com quem se encontrava todas as semanas. Entre os mercadores da morte estavam o defensor das armas de fogo, e a das bebidas alcoólicas.  Tudo foi revelado no artigo de Heather. Que após ser publicado provocou a demissão de Nick.

Outro desafio enfrentado por Naylor durante o filme era provar para seu próprio filho que sua profissão não era imoral. Ao longo do filme ele foi conquistando Joey (Cameron Bright) de apenas 12 anos, com diversos argumentos. “Jordan faz cestas. Manson mata pessoas. Eu falo. Cada um tem o seu dom”. Aos poucos, Joey foi admirando o pai, aprendendo a ser lobista, como ele. “Se argumentar corretamente, nunca estará errado”, ensinava Nick ao filho.

Logo, Joey já estava manipulando as pessoas tão bem quanto o pai, começando pela mãe, que com argumentos conseguia o que queria. Aos poucos se tornou o maior fã (e talvez o único) de Naylor.

Apesar de o filme ser direcionado ao tabaco, durante os seus 90 minutos de duração em cena alguma, um personagem fumou. Talvez o tema já estivesse muito exposto, para alguém sentir falta do cigarro.

O filme aborda de maneira bem humorada, diversos assuntos polêmicos: O fumo; o poder da comunicação; a posição de governantes; a atividade de lobby; a relação entre pai e filho e principalmente as indústrias de tabaco.

Porém a história é superficial. Erra em não explorar os conflitos internos claramente existentes no personagem principal, que apesar de “ter que pagar a hipoteca”, como afirma, também procura ser um bom exemplo para o filho.  E como ser um bom exemplo para um garoto de 12 anos quando sua profissão é defender uma droga? Bom, o filme não expõe a culpa ou o arrependimento de Nick Naylor, até que ele desiste do emprego nos minutos finais do filme, e segue outro caminho.

Por Lilian Céspedes e Tamara Soares. Acadêmicas de Jornalismo da União Dinâmica de Faculdades Cataratas (UDC).

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Webjornalismo

Na última aula de webjornalismo da União Dinâmica de Faculdades Cataratas (UDC), o professor Alexandre Nonato nos apresentou uma nova ferramente ONLINE para edição de fotos. Após editarmos algumas fotos, resolvemos postar como exemplo uma delas, afim de mostrar os resultados obtidos.
O site faz auto correção nas fotos selecionadas, e dispõem de diversas opções para edição, desde cortes até as cores.
Para quem quiser testar, o site é: www.picnik.com


Aqui estão as fotos que editamos na aula, no caso dessas elas foram somente autocorrigidas pelo site.

 


ANTES


DEPOIS


sábado, 11 de dezembro de 2010

Homenagem aos Arquitetos

16 desabafos de um arquiteto feitos por uma jornalista

1 - Se você faz um projeto para um amigo, é como se estivesse dando no mínimo R$1000,00 para ele.

2 - Se você faz uma documentação de graça você esta dando para o seu cliente no mínimo R$900,00.

3 - Se você está fazendo um 3D pro cliente você esta dando para ele no mínimo do mínimo R$500,00.

4 - Se você faz a planta de uma casa como presente de um casamento, esta dando para os noivos pelo menos R$1300,00.

5 - Se você acha caro paga R$500 em um 3D, saiba que isso não é 15% do esforço e do tempo utilizado.

6 - Quando se faz um projeto à última coisa que os clientes pensam é nos detalhes, mas é o mais marcante depois quando ele está pronto.

7 - A arquitetura deveria ser mais valorizada. Os arquitetos gastaram muito dinheiro para chegar à conclusão do curso. O Mínimo que se espera depois de formado é ganhar o dobro do que gastou todos os meses na faculdade.

8 - O que vale mais? 50% de desconto no projeto ou a vergonha de mostrar ele aos seus amigos?

9 - Se você lucrar 30% em um trabalho e der um desconto de 25% você tem que aumentar em 350% seus trabalhos pra gerar o mesmo lucro bruto.

10 - De que vale pagar 20.000 pra alugar um buffet TOP no casamento e morar em uma casa mal feita para economizar com o arquiteto?

11- Senhor cliente, faça um teste: Pague bem e valorize o trabalho do artista, ele merece o melhor, pois está fazendo a casa onde você provavelmente viverá a vida toda.

12 – Não deixe de pagar um trabalho na entrega, afinal, combinar todo mundo é capaz, pagar, são para os honestos.

13 - Quem mais pede desconto é o que vai reclamar mais e que vai te fazer trabalhar mais.

14 - Tem como dar um desconto? Queria só um projeto simples! Ok vou te arranjar um arquiteto simples!

15 - Quando você paga um trabalho de design de interiores, por exemplo, você não esta pagando só o trabalho e sim toda a bagagem cultural, artística e técnica de quem o fez.

16 – Depois de tantas reclamações, uma coisa é fato. Todo cliente não vai pagar metade do que o artista realmente acha que vale.

11 de dezembro - Dia do Arquiteto